Política

Dilma tem 54% e Aécio 46% dos votos válidos, diz pesquisa Ibope

Segundo a pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (23) a candidata à Presidência da República Dilma Rousseff (PT) ampliou a vantagem em relação a Aécio Neves (PSDB) e chegou a 54% dos votos válidos, contra 46% do tucano. Ao se considerar brancos, nulos e indecisos, a petista tem 49% contra 41% de seu concorrente. A pesquisa encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo mostrou crescimento de Dilma em relação ao último levantamento do instituto, quando Aécio tinha 51% dos votos válidos. O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 203 municípios entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01168/2014.

Rejeição de Aécio Neves sobe para mais de 40% nas duas pesquisas divulgadas nesta quinta

A rejeição do presidenciável Aécio Neves (PSDB) aumentou entre os eleitores tanto na pesquisa do Datafolha quanto na do Ibope, divulgadas nesta quinta-feira (23). No Datafolha, 41% dos eleitores afirmam que não votam em Aécio "de jeito nenhum", enquanto que a taxa de rejeição de Dilma está em 37%. Em duas semanas, a rejeição do tucano subiu sete pontos (era de 34%), enquanto que a da petista está seis pontos menor – era 43%. No Ibope, a rejeição a Aécio, subiu de 35% para 42% do eleitorado, enquanto que a de Dilma se manteve em 36%, também em relação ao início do segundo turno. A pesquisa Ibope está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-01168/2014 e a Datafolha com BR-1162/2014.

Datafolha: Dilma Rousseff abre seis pontos de vantagem sobre Aécio Neves

Pesquisa Datafolha finalizada nesta quinta-feira (23) mostra a presidente Dilma Rousseff (PT) pela primeira vez à frente do senador Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial fora da margem de erro. 

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