Política

Damares pede demissão a Bolsonaro

Conhecida por sua posição homofóbica, contrária aos direitos humanos, sofrendo acusações de diversos níveis, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, comunicou a Jair Bolsonaro que deixará o cargo. Alega que está cansada e precisa cuidar da saúde, que anda debilitada. A informação é de Laryssa Borges, de Veja. O pedido de Damares aprofunda a crise no governo Bolsonaro, que já enfrenta a ameaça de demissão de Sergio Moro (leia aqui).

Ela informou que deixará o ministério apenas quando tiver concluído a revisão dos principais programas da Pasta.

A titular da pasta também teria recebido ameaças de morte, mas a informação não tem qualquer confirmação. O governo afirma que, por esse motivo, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), teria orientado Damares a não antecipar sua agenda.

A ministra tornou-se conhecida por suas declarações como, por exemplo, a de que atualmente não existe mais poligamia, porque "o homem pode ter quantas mulheres ele quiser ao mesmo tempo e quantos homens ele quiser ao mesmo tempo". "Um homem no Brasil poderá casar com quatro, cinco homens ao mesmo tempo. Isso já está acontecendo. Homens estão casando com quatro, cinco homens ao mesmo tempo. A família está sendo colocada em risco e Deus tem pressa de resolver isso", disse a titular da pasta em palestra. 

 

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