Política

Após condenação, operador do PSDB vira réu sob acusação de corrupção em obras

O ex-diretor da Dersa (estatal rodoviária paulista) Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, tornou-se réu no processo em que é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro desviado de obras do Rodoanel Sul (anel viário que contorna a cidade de São Paulo), do Sistema Viário Metropolitano de São Paulo e da Estrada Parque Várzea do Tietê. Esta é a terceira vez que o engenheiro que foi diretor da Dersa vira réu em um processo relacionado à Operação Lava Jato. O juiz Diego Paes Moreira, da 6 Vara Criminal Federal de São Paulo, recebeu a denúncia feita pela força-tarefa do Ministério Público Federal paulista nesta sexta-feira (1º) e no mesmo dia decidiu aceitá-la.  Segundo a acusação, Paulo Preto chefiou um esquema na Dersa que cobrava de 0,75% a 5% de propina das empreiteiras que trabalhavam nas obras. Os procuradores da Lava Jato calcularam que o ex-diretor da Dersa desviou R$ 27 milhões para contas de uma offshore que ele mantinha na Suíça. No total as contas acumulavam R$ 126 milhões.

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