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Azul é condenada a indenizar baiano retirado de aeronave que viajava para fazer cirurgia

A Azul Linhas Aéreas foi condenada a indenizar um baiano em R$ 20 mil por retirá-lo de uma aeronave com apoio da Polícia Federal. Por causa de um acidente, o passageiro precisava fazer uma cirurgia na perna e viajava para São Paulo, em junho de 2016, para realização de uma cirurgia ortopédica de grande porte pelo SUS na cidade de Campinas. Na ação, o passageiro afirma que, após a realização dos procedimentos para embarque, quando já estava na poltrona, foi forçado a desembarcar da aeronave pela Polícia Federal, a pedido da empresa, sob o argumento de que não apresentou nem portava os documentos necessários à viagem, em especial o MEDIF (Medical Information Form), um formulário de informações para passageiros especiais. Ele afirma que portava o MEDIF e o enviou com antecedência para um e-mail da Azul. Por conta disso, ele não conseguiu realizar o tratamento, de custo estimado de R$ 140 mil. Ele pediu que a empresa fosse condenada a indenizá-lo por danos materiais, morais e por uma chance perdida. A empresa, em sua defesa, afirmou que, apesar do autor da ação ter entregado a documentação necessária, seu embarque foi negado após uma avaliação do departamento médico de que haveria riscos à saúde e à segurança do voo. Afirmou que o passageiro foi comunicado da negativa no mesmo e-mail que encaminhou os documentos para análise. Ainda argumentou que o passageiro burlou o sistema da empresa ao fazer o check in via totem de autoatendimento.

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