Cotidiano

Presidente de conselho de odontologia diz que engasgo é raro até em pacientes especiais

Casos como o da menina de quatro anos que morreu depois de ter engasgado com o próprio dente em um posto médico em Ubaitaba, sul do estado, é considerado raro pelo presidente do Conselho de Odontologia da Bahia (Croba), Francisco Coelho. "Eu não tenho conhecimento de nenhum caso parecido aqui no estado", disse Coelho contatado pelo Bahia Notícias. Depois de ter sofrido o engasgo, a criança foi levada para um hospital em Itabuna, na mesma região, mas não resistiu a duas paradas cardiorrespiratórias e morreu a caminho da unidade de saúde. Segundo o cirurgião-dentista, crianças portadoras de doenças crônicas podem trazer maior dificuldade aos profissionais, mas mesmo assim não é comum ocorrer episódios semelhantes. "Quando a criança tem alguma característica especial como autismo e Síndrome de Down, ela pode se mexer e dificultar o trabalho por algum reflexo que possa fazer", explicou. Até o momento, segundo Coelho, não há nenhuma denúncia sobre a dentista que atendeu a criança, tanto no Croba quanto na Delegacia local. "Enquanto não houver nenhuma prova e denúncia, a dentista é inocente", informou. Informações Bahia Notícias

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