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Corpos de vítimas da creche em Janaúba são sepultados em clima de comoção

 Depois do choque, o peso da realidade. O dia seguinte à tragédia que matou sete crianças e dois adultos de forma brutal em Janaúba, no Norte de Minas, foi marcado pelo choro e pela sensação de impotência diante de uma fatalidade sem precedentes na história do município. Dos nove mortos no atentado à creche Gente Inocente, sete já foram enterrados.

Caixões brancos, com pouco mais de um metro de comprimento, chegavam em cortejo ao cemitério Campo da Paz. Mães aos prantos gritavam na tentativa vã de voltar no tempo e impedir que os filhos fossem levados embora de forma tão dolorosa e cruel. 

Ana Clara, Yasmin, Cecília, Juan, Luiz, Renan e Ruan tinham a mesma idade. Quatro anos de vida e uma trajetória inteira pela frente. A morte prematura deixou sem norte famílias que ainda não conseguiram assimilar o que aconteceu.

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