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Estudante denuncia caso de preconceito e perseguição na Uneb

Estudante do curso de letras do Campus XXIII da Universidade Estadual da Bahia (Uneb), Carla Cleide Lopes Barboza Lino denunciou a prática de preconceito e perseguição na unidade de Seabra (a 450 km de Salvador). Segundo a denunciante, o primeiro fato ocorreu em 2015, quando ela tentava renovar um estágio remunerado. “A diretora e a coordenadora do curso de letras disseram para minhas colegas que eu não precisava do estágio, porque eu sabia cozinhar, fazer bolo e faxina”. “Essa alusão de que eu sei fazer serviços domésticos e por isso não preciso de estágio remete ao período que trabalhei na casa de professores da Uneb, entre 2005 e 2013. Elas tentaram me diminuir como pessoa, como se eu fosse relegada a cumprir este papel e não fosse digna de cursar uma faculdade”, reclamou. Ela destacou que o fato foi presenciado por três outras estudantes que são suas testemunhas e foi levado ao conhecimento de diversos departamentos da universidade estadual, mas sem retorno favorável. Também foi levado ao Ministério Público Estadual (MP-BA) para que apure as denúncias. 

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