Uma mudança na Lei Orgânica da Câmara Municipal de Salvador (CMS) vai permitir que o vereador Carlos Muniz (PTB), 1º vice-presidente da Casa, assuma automaticamente a presidência em caso de renúncia do atual gestor, Geraldo Júnior (MDB). O emedebista é cotado para disputar a cadeira de vice-governador na chapa de Jerônimo Rodrigues (PT).
De acordo com o texto, o novo parágrafo do artigo 29º diz que “nas suas faltas, impedimentos e renúncia, o Presidente será substituído pelo 1º Vice-Presidente; este pelo 2º e 3º Vice-Presidentes; o 1º Secretário pelo 2º; o 2º pelo 3º; o 3º pelo 4º; e este pelo Vereador mais antigo da Câmara presente no momento, convocado pelo Presidente, vedada qualquer inobservância da sequência aqui estabelecida, a qual também será obedecida na hipótese de sucessão por vacância, sendo vedada eleição para fins de substituições previstas neste parágrafo em quaisquer cargos da Mesa Executiva”.
Geraldo Júnior (MDB), foi reeleito, na tarde desta terça-feira (29), para o terceiro mandato. Foram 35 votos a favor, e quatro abstenções.
A chapa completa ficou da seguinte forma: Geraldo Júnior (presidente), do MDB, Carlos Muniz (1º vice), do PTB, Cátia Rodrigues (2ª vice), do União Brasil, e Sabá (3º vice), do DC.
Os secretários serão: Isnard Araújo (PL), Ricardo Almeida (PSC), Téo Senna (PSDB) e Átila do Congo (Patriota). O corregedor é Alexandre Aleluia (PL), e o ouvidor Augusto Vasconcelos (PCdob). Os suplentes dos vice-presidentes Marcelo Maia (PMN) e Ireuda Silva (Republicanos). Já os suplente de secretários serão Fábio Souza (SD) e Hélio Ferreira (PCdoB).
Caso Geraldo seja eleito vice-governador em outubro, ele deve renunciar no dia 1º de janeiro de 2023, deixando a presidência da Câmara para Muniz.
Fonte: Bahia.ba






