Seleções relatam fiscalização rigorosa na chegada aos EUA para a Copa do Mundo 2026

Delegações de Senegal e Bélgica enfrentaram inspeções detalhadas, enquanto equipes que desembarcaram no México receberam recepção festiva.
As delegações que desembarcaram nos Estados Unidos para disputar a Copa do Mundo de 2026 têm enfrentado procedimentos de segurança rigorosos logo na chegada ao país. Relatos envolvendo as seleções de Senegal e Bélgica chamaram atenção nesta semana devido ao nível das inspeções realizadas pelas autoridades norte-americanas.
A delegação senegalesa, que chegou na segunda-feira (8) ao Aeroporto Internacional de Houston, no Texas, foi submetida a uma triagem ainda na pista de pouso. Jogadores e integrantes da comissão técnica passaram por revistas individuais, com inspeção de bagagens e utilização de detectores de metal.
Situação semelhante ocorreu com a seleção da Bélgica, que desembarcou nesta terça-feira (9) em Chicago. Segundo relatos, os atletas passaram por uma fiscalização minuciosa, incluindo verificações com detectores de metal até mesmo nas solas dos calçados.
Enquanto isso, seleções que chegaram ao México, um dos países-sede do Mundial ao lado dos Estados Unidos e do Canadá, tiveram uma recepção marcada por festividades e eventos de boas-vindas.
Outro episódio que repercutiu foi o do árbitro somaliano Omar Artan. Escalado para atuar na Copa do Mundo, ele teve a entrada nos Estados Unidos negada após passar horas sendo interrogado pelas autoridades migratórias.
De acordo com a Federação de Futebol da Somália, o árbitro possuía visto válido para ingressar no país. Caso participasse da competição, Artan se tornaria o primeiro somaliano a apitar uma partida de Copa do Mundo. Até o momento, não foram divulgados oficialmente os motivos que levaram à negativa de entrada.
Por Lala Freitas / 09/06/2026 às 16:30
Foto: Reprodução/ Redes sociais






