
Aliados do ex-chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurelio Ribeiro Santana, o Marcola, comemoraram e viram pontos positivos nas falas do petista ao Jornal Nacional em relação ao antigo auxiliar.
Primeiro, porque o presidente fez o mesmo discurso para Marcola e seu filho, Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, ao dizer que, se eles erraram, terão de pagar. Segundo, porque o presidente pontuou que, entre as atribuições de um chefe de gabinete, está justamente intermediar agendas na Esplanada dos Ministério
E, terceiro, porque Lula disse que confia em Marcola, a quem considerava como um filho e que trabalhava com ele havia sete anos — inclusive quando estava preso em Curitiba —, e que acreditou na versão dada por ele de que os R$ 249 mil que obteve da lobista Roberta Luchsinger foram um empréstimo.
Havia um receio entre interlocutores de Marcola de que Lula buscasse separar, em graus de gravidade, a situação de Lulinha da de Marcola, ainda mais dado o histórico de contratempos entre o ex-chefe de gabinete e o marqueteiro e estrategista da campanha, Sidônio Palmeira. Mas a avaliação é de que isso não foi posto em prática ontem, durante a entrevista.
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