Política

Wagner finaliza novo secretariado antes do Bonfim; saiba quem deve ficar e quem deve sair

 O governador Jaques Wagner (PT) tem até esta quarta-feira (15) para definir os novos secretários que entrarão nas vagas a serem deixadas pelos candidatos nas eleições deste ano, conforme estimativa lançada por ele mesmo. Na próxima quinta (16), o chefe do Executivo baiano vai à Lavagem do Bonfim e, no sábado (18), viaja à Ásia, onde presenciará no Japão a capacitação de técnicos que trabalharão na Enseada do Paraguaçu nas instalações da empresa Kawasaki – que ao lado de UTC e Odebrecht investiu R$ 2,6 bilhões no projeto – e, na China, estabelecerá contato com companhias interessadas em investir na Bahia. O retorno ao estado está previsto apenas para o dia 27 deste mês. Nesta segunda (13), ele bateu o martelo em relação à pasta do Turismo, que ficará com oindicado pelo PR – que ainda cobiça a Conder –, Pedro Galvão, e se reuniu com o PRB, que teria que substituir o titular de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Almiro Sena, que postularia uma cadeira na Câmara Federal, mas não achou apoio no partido.

A sigla, ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, já tem três nomes de peso – e confiança da Iurd – para a disputa: os deputados Acelino Popó Freitas e o Bispo Márcio Marinho, além da vereadora de Salvador Tia Eron. Nem na Assembleia Legislativa haveria espaço, uma vez que os parlamentares José de Arimateia e Sidelvan Nóbrega tentarão a reeleição e Silvia Cerqueira, do núcleo religioso, tentará ganhar um possível terceiro posto. "Almiro é candidato? Não estou sabendo, não", descartou Nóbrega, em entrevista ao Bahia Notícias, ao relatar como foi a reunião com o chefe do Executivo baiano. "Foi bacana, mas uma conversa sem definição nenhuma. Foi a primeira conversa que a gente teve com ele este ano. Ele falou de Dilma, da dificuldade da eleição, mas não definiu nada. Foi igual quando um cara está iniciando um namoro, conversa com o pai, mas sai da casa sem nada", brincou Sidelvan. Ele explicou ainda que "há uma tendência" de o PRB apoiar o nome de Rui Costa à sucessão, no entanto disse que aguarda a definição nacional em relação à aliança da corrida presidencial: "ainda não tem uma diretriz". 

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