Política

Fim do MT prejudica fiscalizações de trabalho escravo, FGTS e acidentes, diz sindicalista

Com o fim do Ministério do Trabalho, ainda é incerto como será o funcionamento da Superintendência Regional do Trabalho na Bahia (SRT-BA). De acordo com o diretor do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) Wellington Maciel Paulo, a preocupação, sobretudo, é com o rumo das fiscalizações no estado. As declarações foram dadas ao Bahia Notícias, durante um ato realizado em prol da Justiça do Trabalho, ocorrido na manhã desta segunda-feira (21), no Fórum do Comércio, em Salvador.

“A grande preocupação da auditoria do trabalho é com as ações de combate ao trabalho escravo e um possível retrocesso. O Brasil avançou muito nos últimos anos neste ponto e foi considerado referencia no combate ao trabalho escravo. Temos a questão do trabalho infantil também. Com as ações de fiscalização, conseguimos um número significativo de redução de crianças e adolescentes em situação de trabalho. Também sobre a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, além da fiscalização do patrimônio do trabalhador, como pagamento do FGTS. Somente em 2018, a auditoria fiscal conseguiu recuperar R$ 5,2 bilhões do recurso do FGTS graças a fiscalização intensa”, afirmou o representante dos auditores fiscais do Trabalho.

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