Polícia

Roubo é infração mais cometida por adolescentes infratores

Quanto a situação é inversa e o adolescente é quem comete uma infração, a história é contada ao lado da Dercca, mas desta vez na Delegacia do Adolescente Infrator (DAI). A proximidade entre as delegacias não é coincidência. Ao lado das duas unidades também funciona a sede da Fundação da Criança e do Adolescente (Fundac), onde muitos jovens cumprem medidas sócio educativas. Nos oito primeiros meses do ano, foram registrados na capital 1.425 casos de infrações cometidas por adolescentes. O maior número é de roubo (241 registros), seguido de tráfico de drogas (218) e lesão corporal (197). Em todo o ano passado, a Delegacia do Adolescente Infrator (DAI) registrou 2.491 ocorrências envolvendo adolescentes infratores.

O número é menor do que as denúncias feitas à Dercca. O presidente do Conselho Estadual da Criança e do Adolescente  (Ceca), Edmundo Kruger, aponta que quase “sempre tem um adulto por trás” dos crimes.

“O adolescente é normalmente aliciado. Quando ele comete o primeiro ato, as medidas são muito fáceis, porque são  em meios abertos, como prestação de serviços à comunidade. Mas o pessoal só reflete na privação de liberdade, que é  em casos infracionais muito graves”, diz Kruger.

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