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Caso Bruno: Jogador diz que não é mandante, mas se sente culpado pela morte de Eliza

Em depoimento prestado nesta quarta-feira (6), o ex-goleiro Bruno afirmou que pode ser culpado da morte de Eliza, mas alega que não ordenou o assassinato. "Como mandante, dos fatos, não, eu nego. Mas de certa forma, me sinto culpado", disse Bruno, após ser questionado pela juíza se é culpado das acusações. No início do depoimento, ele contou como conheceu Eliza em uma festa na casa de um amigo em 2009. Segundo o réu, os dois só tiveram relação sexual uma vez, da qual nasceu o filho do jogador. O atleta ainda relatou que discutia muito com Eliza. Segundo o ex-jogador do Flamengo, ela disse ao jornal Extra que ele a estava ameaçando. Por isso, parou de ter contato com a ex-modelo e deixou Macarrão responsável por falar com ela. O goleiro afirma que as declarações de Eliza estavam atrapalhavam sua vida profissional e que isso incomodava muito seus amigos e familiares. Bruno afirma que sempre ajudou Eliza financeiramente, entretanto, a jovem sempre queria mais. Ele definiu seu primo Jorge Luiz Rosa como um menor “problemático”.

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