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SINDIPETRO verifica provável desativação de plataformas em São Roque do Paraguaçu

 Trabalhadores das plataformas que operam na Base Naval de Aratu e Canteiro de Obras em São Roque do Paraguaçu denunciaram à direção do Sindipetro Bahia as dificuldades que atravessam nestes locais e de que a Petrobrás na Bahia estaria em processo "lento e gradual" de desativação das sondas marítimas.

Em razão disso, a maioria dos trabalhadores vive sob a ameaça de mudança do atual regime especial de campo para o regime administrativo, o que acarretará prejuízos aos trabalhadores, financeiros e de desemprego.

Segundo relato feito ao sindicato, nas plataformas o clima é péssimo: as P – I e P – 5 estão praticamente desativadas, os trabalhadores foram quase todos desmobilizados, os poucos que restam em breve serão realocados e o material da plataforma já foi disponibilizado; a P – XIV está parada há algum tempo e sem previsão de retomada das atividades; a P – 60 deverá ser ocupada nesta primeira quinzena de abril e seguirá para o Espírito Santo; a P – III deveria seguir para a área de Manati, onde está programada a restauração do poço marítimo e servirá de hotel flutuante, enquanto a P – VI tem previsão de saída para terminar a perfuração de um poço em Abrolhos.

Um outro problema, ainda segundo os trabalhadores das plataformas, é o de que eles recebem alimentação de péssima qualidade, falta roupa de cama e toalhas nos alojamentos, uma vez que a empresa terceirizada – DALL – abandonou o contrato que tinha com a Petrobrás e não pagou aos seus trabalhadores.

A direção do Sindipetro Bahia programa uma visita às duas bases e debate a gravidade dessa situação, visando a garantia dos empregos e o desenvolvimento regional.

 

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