Esportes

Após Angioni pedir demissão, diretoria define hoje se o treinador continua no cargo

É sempre assim. Depois de mais um vexame, as medidas “emergênciais”. Na goleada de 5×1 da inauguração, o escolhido foi o técnico Jorginho. Desta vez, no entanto, foi a vez do gestor de futebol Paulo Angioni pedir pra sair do Bahia.



No Fazendão desde abril de 2010, o dirigente nunca havia sofrido tanta pressão. Quando o Vitória fez o terceiro gol do massacre de 7×3, o camarote da diretoria tricolor só não foi invadido graças ao trabalho da Polícia Militar. Era só mesmo questão de tempo.



Depois da partida, a porta do vestiário denunciava. Seguranças ligados em qualquer movimento suspeito e jogadores em silêncio. “Joel não vai cair, vai sobrar para Angioni”, disse uma pessoa com contatos na diretoria.



Dito e feito. Joel Santana até apareceu pra conceder entrevista coletiva, mas fez apenas um pronunciamento. “Não tenho nada a declarar. Não tenho o que dizer. Vamos esperar pra ver o que acontecer daqui para frente”, disse. E saiu.

A diretoria define hoje se o treinador continua no cargo. Angioni, por sua vez, promete falar com a imprensa e fazer um balanço sobre o trabalho. 

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