Educação e Cultura

Pesquisa da UFRB revela ataques aos movimentos negros da Bahia no regime militar

Segundo a historiografia brasileira, a ditadura militar instaurada há 55 anos no Brasil espionou, perseguiu e minou a luta de movimentos sociais e raciais no Brasil na segunda metade da década de 1970 e início de 1980. Pesquisas recentes e documentos encontrados revelam que o movimento negro se configurava um problema para o governo da época porque repudiava o regime, contestava a propaganda oficial de um país sem racismo e encampava a necessidade do restabelecimento da democracia. A dissertação do professor Andersen Figueiredo, mestre pelo programa de História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), ganhou destaque na imprensa nacional por revelar o uso de “arapongas” pelo regime militar no processo de repressão aos negros. Veja na íntegra.

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