Cotidiano

Fuleco ‘some’ da Copa e enfraquece venda de produtos licenciados

O "sumiço" do Fuleco, mascote da Copa 2014, desde o início da rodada de jogos é o motivo da redução de vendas dos produtos licenciados, de acordo com o fabricante. A pedido da Fifa, o mascote foi licenciado a empresas como Grow, Elka e BBR Brinquedos, em diferentes versões, pela Globo Marcas. A Grow apostou fortemente no produto: produziu 600 mil unidades, das quais 550 mil já tinham sido distribuídas no início da Copa do Mundo. Com a abertura do Mundial, as vendas deveriam ser impulsionadas, mas a baixa exposição do produto na mídia enfraqueceu o mercado. Enquanto isso, a demanda por outros itens relacionados ao evento – como bolas, camisas e vuvuzelas – continua forte. As versões mais caras dos bonecos já podem ser encontradas com descontos na loja oficial da Fifa. Lá, o Fuleco de 30 centímetros custa R$ 79,90, desconto de quase 40% em relação ao preço original. A loja oficial do evento também está fazendo uma promoção “leve três, pague dois” do boneco. Sem falar em números, a Fifa afirma que os produtos relacionados à marca do Fuleco ainda são os mais procurados em suas lojas oficiais. Notícias publicadas nas últimas semanas apontaram a falta de acordo entre a Fifa e a Associação Caatinga, que desenvolve um projeto de proteção ao tatu bola, animal ameaçado de extinção, como uma possível razão para o suposto “sumiço” do Fuleco. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Informações iBahia

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